À Descoberta dos Palácios Lisboa Ocidental II

Distância: 5 km / Duração: 3,5 Horas
Grau de dificuldade: Baixo/Médio

SINOPSE
O nosso segundo percurso pela zona ocidental de Lisboa iniciar-se-á numa área extramuros da cidade medieval onde, a partir do século XIII, se implantaram vários conventos: São Francisco da Cidade, Santíssima Trindade e Nossa Senhora do Monte do Carmo, a que se juntou, muito mais tarde, o do Espírito Santo da Pedreira, não longe do lugar onde primeiramente se instalou a universidade portuguesa, em 1290.
Dois séculos volvidos, a cidade à qual afluíam as riquezas da Guiné, da Mina e da Índia extravasa as velhas Portas de São Roque e de Santa Catarina da muralha fernandina. A partir de 1513 tem início o loteamento de uma área da cidade onde, muito antes de os arquitectos do pós-terramoto delinearem a «Baixa Pombalina», se implantará uma malha ortogonal com um esquema hierarquizado de ruas e travessas – a Vila Nova de Andrade. O Bairro Alto de São Roque, como depois foi chamado, transformou-se na área aristocrática da cidade por excelência, e será aí que se vão instalar muitos dos seus palácios, sobrevivendo quase incólume ao terramoto de 1755 com a sua velha estrutura quinhentista.
O nosso passeio prosseguirá depois pelas novas áreas de expansão da cidade a partir do final do século XVIII, passando pelo Largo do Príncipe Real (onde se erguera, logo após o terramoto, a nova Patriarcal, incendida em 1769 – o que lhe valeu, durante muitas décadas, a designação de Largo da Patriarcal Queimada), uma zona de implantação das famílias nobilitadas no século XIX e onde avultam também os edifícios palacianos, a Rua da Escola Politécnica (onde antes existira o noviciado da Cotovia e, expulsos os Jesuítas em 1759, se instalou o Colégio dos Nobres), concluindo-se o nosso percurso no Largo do Rato, junto ao antigo Palácio dos Marqueses da Praia e Monforte.

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RNAAT Nº 594/2015

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